segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Momento ouvidoria

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Parece q tenho um(a) leitor(a) contestador(a), o que muito me envaidece.
Ocorre que fui mal interpretada a respeito do que penso sobre a efemeridade de muitas relações atuais. Jamais rotulei ou fiz qualquer classificação por tempo, e também não acho que o tempo é indicativo de nada, nem de credibilidade, nem de sentimento. Mas continuo ressaltando que esse fenômeno que estamos vivendo é o da banalização dos sentimentos, sim senhor. Acontece que as pessoas tem necessidade de exibir e ostentar, e é lógico que fica muito mais bonito se você estiver 'amando' do que simplesmente tendo um bom momento. É por essas e outras que as pessoas ficam e separam como quem troca de roupa numa boa, se desgastam e se magoam com tanta facilidade.

Acho que quando se dava mais importância ao peso desse sentimento as pessoas tinham mais cautela antes de sair por aí alardeando o que não tem fundamento.

E novamente, paixão pode ser, sim, instantânea, mas o amor é mais que isso, é uma construção interior, algo bem mais elaborado, que exige da gente muito mais.

Já amei antes. Uma vez. Agora, depois de bastante tempo, estou novamente redescobrindo o amor, de várias maneiras.

P.S: Obrigada, caro(a) leitor(a), por prestigiar meu blog. Respeito sua opinião e te desejo sucesso na vida e em seu relacionamento. Gostaria também de poder ler o que tu escreves.


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3 comentários:

Unknown disse...

Sinta-se envaidecida. Leio-te e gosto de contestar teu ponto de vista que é diferente do meu.
Até por que ficaria chato eu ficar concordando o tempo todo que Martha Medeiros está em queda vertiginosa no nosso conceito...
Fico feliz e até surpresa por você dizer que amou uma vez (!).
Não, não amei muito mais do que você, acredite, sou mulher, e sensível como só uma mulher pode senti todas dores dos poucos amores que um dia sonhei, dariam certo. Veio de repente a sensação que a descrença do amor de uma forma menos intensa, ou menos sofrida, ou menos sonhadora como deve ter sido a sua, é menos amor pra você! Mas acredite, não é!
Permita-se.
Ame seu filho que está por vir, sua vida daqui por diante, a primeira pessoa que cruzar o olhar com o seu pela manhã e depois de novo, ame alguém enquanto vai ao cinema, ou enquanto cruza a cidade de ônibus, ame um desconhecido pra sempre ou um conhecido por um par de horas, mas ame!
Não pense no amor que não deu certo, pense nos que ainda não aconteceram, esses sim são os bons.
Redescubra-se você também.
Ps.: Escrevo apenas por aqui...
Kisses, Las K.

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Unknown disse...

:o
guria, caiu a máscara, tem alguém ae falando o contrário do que tu prega...
Vamos lá, comigo:
Vive L'amour
Juro que não dói.
Ponto pra mim.
Kisses
Las K.