segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Recado para o homem da minha vida

Meu querido:

Estou ansiosa para olhar os teus olhos, pegar nas tuas mãos, te abraçar forte e dizer mil vezes que te amo.
Tu me fazes tão feliz! Me sinto uma pessoa mais completa agora. Mais cheia de vida, de sonhos e de esperanças. O mundo já é um lugar mais bonito por tua causa. Obrigada por existir. Prometo cuidar de ti, te proteger, te ensinar e te amar pra sempre. Incondicionalmente.



Muitos beijos




Tua mãe


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

GANHAMOS SELINHO!!!!

Recebi da minha irmãzinha desparafusada e maravilhosa Enola este lindo selinho:




ReceBEMOS, na verdade. O presente foi endereçado a mim e ao herdeirinho saltitante que reside em meu útero.
Obrigada querida!!!! A recíproca é verdadeira!

sábado, 12 de setembro de 2009

Apaixonada...

Por essa vidinha linda que tá crescendo dentro de mim e me fazendo crescer como pessoa um pouquinho mais a cada dia, me mostrando como a vida é maravilhosa e como o mundo é grande.

=D


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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Juliana and the very traditional Irish music

Is a Bhríd Óg Ní Mháille
'S tú d'fhág mo chroí cráite
'S chuir tú arraingeacha
An bháis trí cheartlár mo chroí
Tá na mílte fear i ngrá
Le d'éadan ciúin náireach
Is go dtug tú barr breáchtacht'
Ar Thír Oirghiall más fíor

Níl ní ar bith is áille
Ná'n ghealach os cionn a' tsáile
Ná bláth bán na n-airne
Bíos ag fás ar an droigheann
Ó siúd mar bíos mo ghrá-sa
Níos trilsí le breáchtacht
Béilín meala na háilleachta'
Nach ndearna riamh claon

Is buachaill deas óg mé
'Tá triall chun mo phósta
'S ní buan i bhfad beo mé
Mura bhfaighidh mé mo mhian
A chuisle is a stóirín
Déan réidh agus bí romhamsa
Cionn deireanach den Domhnach
Ar Bhóithrín Dhroim Sliabh

Is tuirseach 's brónach
A chaithimse an Domhnach
Mo hata I' mo dhorn
'S mé ag osnaíl go trom
'S mé ag amharc ar na bóithre
'Mbíonn mo ghrá-sa ag gabhail ann
'S í ag fear eile pósta
Is gan í bheith liom
'S í ag fear eile pósta
Is gan í bheith liom


**Estudando gaélico pela Internet e ficando um pouquinho mais deprimida.
Viva a música irlandesa!



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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Se minha vida fosse um filme...

Provavelmente agora eu estaria olhando a chuva através do vidro da janela da minha linda sala. Obviamente, eu estaria deslumbrante, com os cabelos um pouco revoltos, talvez, e uma aparência de quem chorou muito, mas já está se recompondo. Com uma taça de vinho em uma das mãos, e a outra afagando um gato preguiçoso. E, naturalmente, com uma música da Norah Jones ao fundo. Pode ser esta:

I waited 'til I saw the sun
I don't know why I didn't come
I left you by the house of fun
I don't know why I didn't come

When I saw the break of the day
I wished that I could fly away
Instead of kneeling in the sand
Catching teardrops in my hand

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever
Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road along

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever...


Mas não é, né. No mundo real, somos eu e meu pijama furado, e os cabelos, muito, muito revoltos.

E a chuva na janela.


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domingo, 6 de setembro de 2009

Acenderam a luz...que bom!?!

Quando a gente se dá conta de que esteve enganada por muito tempo, a primeira sensação é a de incredulidade. Não dá pra acreditar que a coisa estava ali, na nossa cara, e a gente simplesmente ignorou. Não, definitivamente, isso não acontece comigo, só com os outros.

Depois, vem aquela dorzinha de remorso, de arrependimento, do tipo luto pela passagem daquele tempo irrecuperável. Aquele tempo em que a gente se manteve presa a uma crença, a uma esperança que não tinha fundamento. A gente chora, lamenta, chora mais um pouco, grita, xinga, esperneia, cada um no seu nível.

E, finalmente, percebemos que o que passou não volta, e o mais grave (o engano) finalmente terminou. Agora, deve-se aproveitar a experiência ruim como ensinamento para não repetir o erro, e curtir a sensação de ter finalmente se libertado de algo que te mantinha presa, atrelada e limitada. Agora tem um mundo todo pela frente.

(Não vejo a hora de chegar nessa parte.)




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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Informe sobre a ofensiva da imprensa burguesa contra o MST

31 de agosto de 2009

Fizemos uma mobilização em todo o país e um acampamento em Brasília em defesa da Reforma Agrária e obtivemos vitórias importantes, relacionadas à solução dos problemas dos trabalhadores do campo. A jornada de lutas conquistou do governo federal medidas muito importantes, embora estejamos longe da realização da Reforma Agrária e da consolidação de um novo modelo agrícola. Além disso, demonstrou à sociedade e à população em geral, que apenas a organização do povo e a luta social podem garantir conquistas para os trabalhadores e trabalhadoras.

A principal medida do governo, anunciada durante a jornada, é a atualização dos índices de produtividade, que são utilizados como parâmetros legais para a desapropriação de terras para a Reforma Agrária. Os ruralistas, o agronegócio e a classe dominante brasileira fecharam posição contra a revisão dos índices e passaram a utilizar os meios de comunicação para pressionar o governo a voltar atrás.

Essas conquistas deixaram revoltados aqueles que defendem apenas seus interesses, patrimônio e lucro, buscando aumentar a exploração dos trabalhadores, da natureza e dos recursos públicos. Nesse contexto, diversos órgãos da imprensa burguesa - os verdadeiros porta-vozes dos interesses dos capitalistas no campo - como revista Veja, O Estado de S. Paulo, Correio Braziliense, Zero Hora e a TV Bandeirantes, passaram a atacar o Movimento para inviabilizar medidas progressistas conquistadas com a luta.

Não há nenhuma novidade na postura política e ideológica desses veículos, que fazem parte da classe dominante e defendem os interesses do capital financeiro, dos bancos, do agronegócio e do latifúndio, virando de costas para os problemas estruturais da sociedade e para as dificuldades do povo brasileiro. Desesperados, tentam requentar velhas teses de que o movimento vive às custas de dinheiro público. Aliás, esses ataques vêm justamente de empresas que vivem de propaganda e recursos públicos ou que são suspeitas de benefícios em licitações do governo de São Paulo, como a Editora Abril.

Diante disso, gostaríamos de esclarecer a nossos amigos e amigas, que sempre nos apóiam e ajudam, que nunca recebemos nem utilizamos dinheiro público para fazer qualquer ocupação de terra, protesto ou marcha. Todas as nossas manifestações são realizadas com a contribuição das famílias acampadas e assentadas e com a solidariedade de cidadãos e entidades da sociedade civil. Temos também muito orgulho do apoio de entidades internacionais, que nos ajudam em projetos específicos e para as quais prestamos conta dos resultados em detalhes. Todos os recursos de origem do exterior passam pelo Banco Central. Não temos nada a esconder.

Em relação às entidades que atuam nos assentamentos de Reforma Agrária, que são centenas trabalhando em todo o país, defendemos a legitimidade dos convênios com os governos federal e estaduais e acreditamos na lisura do trabalho realizado. Essas entidades estão devidamente habilitadas nos órgãos públicos, são fiscalizadas e, inclusive, sofrem com perseguições políticas do TCU (Tribunal de Contas da União), controlado atualmente por filiados ao PSDB e DEM. Desenvolvem projetos de assistência técnica, alfabetização de adultos, capacitação, educação e saúde em assentamentos rurais, que são um direito dos assentados e um dever do Estado, de acordo com a Constituição.

Não esperávamos outro procedimento desses meios de comunicação. Os ataques contra o Movimento são antigos e nunca passaram da mais pura manifestação de ódio dos setores mais reacionários da classe dominante contra trabalhadores rurais que se organizaram e lutam por seus direitos. Vamos continuar com as nossas mobilizações porque apenas a pressão popular pode garantir o avanço da Reforma Agrária e dos direitos dos trabalhadores, independente da vontade da classe dominante e dos seus meios de comunicação.
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SECRETARIA NACIONAL DO MST

Vanuseando

Ela não estava sob efeito de alucinógenos, tampouco alcoolizada ou nervosa.

O que ninguém entendeu foi que a coitada da Vanusa não conhecia a canção e tentou improvisar, ué.

Ô povinho mais maldoso esse.